Promotoras Legais encerram mês com aula sobre o papel dos homens no enfrentamento à violência contra
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- 29 de ago. de 2023
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Explanação com o psicólogo Flávio Urra está disponível no canal da Prefeitura de Suzano no Youtube

Nesta terça-feira (29), o curso de Promotoras Legais Populares (PLPs), recebe o psicólogo e sociólogo Flávio Urra, especializado em Violência Doméstica pelo Laboratório de Estudos da Criança/Instituto de Psicologia da USP (Lacri-USP). Esta presença encerra a programação do “Agosto Lilás” com uma explanação inédita do papel do homem no enfrentamento à violência contra a mulher. O conteúdo completo está disponível no canal do YouTube “TV Prefeitura de Suzano” (http://bit.ly/TVPrefeituradeSuzano).
Um dos destaques da ocasião foi o detalhamento do programa “E Agora, José?”, que visa a capacitação sobre os impactos e as consequências do machismo na vida de homens e mulheres. A iniciativa trata-se de uma parceria estabelecida entre a associação “Entre Nós” Assessoria, Educação e Pesquisa (Enaep), o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), a Coordenadoria de Reintegração Social e Cidadania da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária e a Defensoria Pública do Estado de São Paulo.
Vale lembrar que ao longo de todo o mês de agosto as PLPs tiveram aulas temáticas, conhecendo a história e trajetória de Maria da Penha Maia Fernandes, com a professora e advogada Patrícia Braga; adquirindo informações sobre os serviços prestados pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e da Sala Rosa, com a delegada Silmara Marcelino e a advogada e presidente da Comissão das Mulheres Advogadas da OAB Suzano, Maria Margarida Mesquita; conhecendo também o Centro de Referência de Apoio à Vítima (Cravi), com a coordenadora Silvia Rangel; e o trabalho da Patrulha Maria da Penha, com o auxílio da coordenadora Jaqueline Ferreira.
De acordo com a coordenadora do curso de Promotoras Legais Populares, Sandra Lopes Nogueira, a abordagem sobre masculinidade e a inserção dos homens no debate sobre a violência doméstica é de suma importância. “É preciso entender o que se passa e acolher os homens dentro da proposta. A violência doméstica está intrinsecamente ligada ao machismo, à maneira como a sociedade foi construída e como os jovens são educados dentro de uma normativa previamente imposta”, explica.
Texto: Leandro Rodrigues
Créditos da foto: Luana Bergamini/Secop Suzano











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